terça-feira, 25 de abril de 2017

GESTÃO DE RISCO DE DESASTRES


A HUMANIDADE EM RISCO


PANDEMIAS


MUDANÇAS CLIMÁTICAS


CEPED - UFSC


CEPED


Estado reforça ações para proteção contra riscos de desastres


 
O Governo do Paraná anuncia mais um reforço nas ações para proteger a população de consequências de desastres naturais. Nesta terça-feira (25), o governador Beto Richa inaugurou o Centro Estadual de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cegerd), que fará o monitoramento contínuo de todo o Estado, com base em informações de 16 órgãos do governo estadual, prevenindo perdas provocadas por desastres naturais. Instalado no Palácio das Araucárias, em Curitiba, o Cegerd recebeu investimento de R$ 4,6 milhões.

“Desde 2011, quando o Paraná foi afetado por fortes chuvas, o governo estadual já investiu R$ 70 milhões na área de proteção e defesa civil, sendo que R$ 44 milhões serão aplicados até o final deste ano”, disse o governador.

Os aportes são para o Programa de Fortalecimento e Gestão de Risco de Desastres, criado logo após fortes chuvas que atingiram o Litoral do Paraná no início de 2011.

Os recursos foram destinados à modernização da infraestrutura de monitoramento e previsão hidrometeorológica, mapeamento das áreas de risco, obras de infraestrutura nos municípios e desenvolvimento de sistemas de gestão e redução dos riscos de desastres.

“São investimentos e ações para garantir a proteção das famílias paranaenses. Estamos conseguindo dar respostas rápidas a desastres como enchentes, inundações e até tornados, que cada vez acontecem com mais frequência aqui,” acrescentou o governador.
ONU - Hoje, o Paraná é reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) pelo melhor sistema de defesa civil da América Latina. Para o coordenador executivo da Coordenadoria Estadual de Proteção Defesa Civil Estadual, tenente-coronel Edemilson de Barros, o Centro Estadual de Gerencialmente de Riscos e Desastre representa mais um salto de qualidade dentro do processo de evolução nesta área, no Paraná.
TECNOLOGIA E PESSOAL - O Cegerd, que fica junto à Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, conta com estrutura tecnológica e de pessoal para gestão de desastres no Estado, tanto em pequena quanto em grande escala. O espaço foi adequado para monitoramento de condições meteorológicas severas, possui salas de videoconferência, salas de comando de incidentes e de descompressão, centro de imprensa e um conjunto de telefonia totalizando 160 linhas.

“Na ocorrência de incidentes, desta sala de gestão temos condições de reunir e falar simultaneamente com todas as regionais distribuídas no Paraná, fazer a gestão da localidade atingida e analisar como agir”, explicou o chefe da Casa Militar e coordenador estadual de Proteção e Defesa Civil, coronel Adilson Castilho Casitas.
NACIONAL - Para o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, Élcio Barbosa, o Paraná se destaca na área de defesa civil. “É um estado avançado, com sistema bem diferenciado. Este novo centro, por exemplo, foi muito bem montado e tem uma estrutura perfeita, já conectada com o sistema do governo federal”, disse. “O que o Estado vem fazendo cresce aos olhos, principalmente em um momento de crise por qual passa o País”, finalizou.
PRESENÇAS - Participaram da solenidade os secretários de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Antônio Carlos Bonetti; da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; do Planejamento e Coordenação Geral, Cyllêneo Pessoa Pereira Junior, e de Assuntos Estratégicos, Flávio Arns; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Maurício Tortato; o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Juceli Simiano Junior; o chefe do Estado Maior do comando do Corpo de Bombeiros, coronel Fábio Mariano de Oliveira; o presidente da Celepar, Jacson Carvalho Leite; o presidente do Simepar, Eduardo Alvim Leite; o representante do Banco Mundial, Davide Zucchini.
BOX 1

Prevenção, conhecimento e articulação


O programa de Fortalecimento e Gestão de Risco de Desastres é coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos e integra órgãos como a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil, Simepar, Instituto das Águas do Paraná, Instituto de Terras, Cartografia e Geociências do Paraná (ITCG).

São três eixos de atuação: fortalecimento da infraestrutura de prevenção, com aquisição de radares, bases meteorológicas e equipamentos; investimento em conhecimento, que inclui o mapeamento das áreas de risco e revisão cartográfica do Estado; e a articulação institucional, com a ampliação das políticas de Proteção e Defesa Civil e a criação do Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (Ceped).
BOX 2

Todos os municípios têm planos de contingência


O Paraná é o único Estado do Brasil em que 100% dos municípios têm um Plano Municipal de Contingência de Proteção e Defesa Civil. “Hoje temos mapeadas mais de mil áreas vulneráveis a desastres. A defesa civil passou a ser um grande sistema”, disse tenente-coronel Edemilson de Barros

Os planos contam com o mapeamento das áreas de risco e todas as informações necessárias para garantir a resposta em casos de desastres - como os locais designados para receber as pessoas desabrigadas e os recursos existentes para o atendimento à população.

Todos os municípios paranaenses também têm acesso ao Sistema Informatizado da Defesa Civil do Estado, que facilita a construção do plano de contingência e o preenchimento dos documentos necessários para buscar recursos de outras esferas de governo.



VOCÊ SABIA ?

Endemia


É qualquer doença doença localizada em um espaço limitado denominado “faixa endêmica”. Significa que endemia é uma doença que se manifesta apenas numa determinada região, de causa local, não atingindo nem se espalhando para outras comunidades.
Enquanto a epidemia se espalha por outras localidades, a endemia tem duração continua porém, restrito a uma determinada área.
No Brasil, existem áreas endêmicas. A título de exemplo, pode ser citada a febre amarela comum Amazônia. No período de infestação da doença, as pessoas que viajam para tal região precisam ser vacinadas. A dengue é outro exemplo de endemia, pois são registrados focos da doença em um espaço limitado, ou seja, ela não se espalha por toda uma região, ocorre apenas onde há incidência do mosquito transmissor da doença.

Epidemia

É uma doença infecciosa e transmissível que ocorre numa comunidade ou região e pode se espalhar rapidamente entre as pessoas de outras regiões, originando um surto epidêmico. Isso poderá ocorrer por causa de um grande desequilíbrio (mutação) do agente transmissor da doença ou pelo surgimento de um novo agente (desconhecido).
A gripe aviária, por exemplo, é uma doença “nova” que se iniciou como surto epidêmico. Assim, a ocorrência de um único caso de uma doença transmissível (ex.: poliomielite) ou o primeiro caso de uma doença até então desconhecida na área (ex.: gripe do frango) requerem medidas de avaliação e uma investigação completa, pois, representam um perigo de originarem uma epidemia.
Com o tempo e um ambiente estável a ocorrência de doença passa de epidêmica para endêmica e depois para esporádica.

Pandemia

A pandemia é uma epidemia que atinge grandes proporções, podendo se espalhar por um ou mais continentes ou por todo o mundo, causando inúmeras mortes ou destruindo cidades e regiões inteiras.
Para entender melhor: quando uma doença existe apenas em uma determinada região é considerada uma endemia (ou proporções pequenas da doença que não sobrevive em outras localidades). Quando a doença é transmitida para outras populações, infesta mais de uma cidade ou região, denominamos epidemia. Porém, quando uma epidemia se alastra de forma desequilibrada se espalhando pelos continentes, ou pelo mundo, ela é considerada pandemia.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a pandemia pode se iniciar com o aparecimento de uma nova doença à população, quando o agente infecta os humanos, causando doença séria ou quando o agente esparrama facilmente e sustentavelmente entre humanos.
Os critérios de definição de uma pandemia são os seguintes: a doença ou condição além de se espalhar ou matar um grande número de pessoas, deve ser infecciosa.
Para saber mais: o câncer (responsável por inúmeras mortes) não é considerado uma pandemia porque não uma é doença contagiosa, ou seja, não é transmissível.
Exemplos de Pandemias
AIDS, tuberculose, peste, gripe asiática, gripe espanhola, tifo, etc.
É importante saber que: o vírus ebola e outras doenças rapidamente letais como a febre de Lassa, febre de Vale de Racha, vírus de Marburg, e a febre de hemorragia boliviana são doenças altamente contagiosas e mortais com o potencial teórico de se tornar pandemias no futuro.






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terça-feira, 18 de abril de 2017

SÃO JOSÉ VAI SEDIAR CENTRO DE ALERTA A DESASTRES

Duas boas notícias no 1º Seminário Nacional de Avaliação dos Alertas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que ocorreu na primeira semana de abril no Parque Tecnológico de São José dos Campos e atual sede da entidade. O órgão científico é uma das ações mais eficazes no combate dos extremos climáticos ocasionado pelo aquecimento global de efeito antrópico.
A Prefeitura de São José dos Campos doará uma área de 54 mil metros quadrados para o Cemaden construir sua sede própria. O conjunto de prédios ficará ao lado do Parque Tecnológico, que se encontra as margens da Via Dutra. A direção da entidade também confirmou que ampliará em mais 1.500 m² a sua estrutura atual, em funcionamento no núcleo atual.
Com essa ampliação, o Cemaden conseguirá trazer mais uma parcela de pesquisadores que se encontram lotados no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), na unidade do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) sediada em Cachoeira Paulista, também no Vale do Paraíba.


O anúncio da ampliação da estrutura e a doação do terreno ocorreram durante do seminário, no qual representantes das defesas civis de mil municípios, incluindo São José dos Campos, participaram de capacitação para alertas naturais. Com os extremos climáticos a situação tem ficado crítica em diversos pontos do país.
Pelo levantamento do órgão científico, que é ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações e Comunicações, nos últimos cinco anos foram emitidos mais de 6.7 mil alertas ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). Essa entidade atua para evitar e minimizar impactos sociais e econômicos causados por desastres naturais.


Parceria de resultados
A experiência de São José dos Campos com o  Cemaden  no monitoramento e prevenção de catástrofes já mostrou efeitos práticos. Em janeiro, a entidade enviou um alerta para a Defesa Civil sobre o risco de deslizamento ou escorregamento e em março, ambos neste ano, outro alerta foi emitido sobre chuva com potencial de enxurrada. Nas duas ocasiões o tempo foi suficiente para alertar os moradores e retirar outros dos lugares sob risco.
O Cemaden entrou em operação em dezembro de 2011 e foi anunciado logo depois do desastre na serra fluminense. Segundo o governo federal, o esforço está concentrado em diminuir o tempo de resposta aos alertas.
“O tempo de resposta é determinante para preservar vidas. Algumas vezes, esse período é muito curto, chega a ser de alguns minutos”, explica o diretor do Cemaden, Osvaldo Moraes.
Os alertas são feitos após  análises de risco e de condições adversas, utilizando estudos de modelagem e dados coletados pelas redes geológicas, hidrológicas e meteorológicas distribuídas pelo país. O Cenad, que é ligado ao Ministério da Integração Nacional, aciona a defesa civil nos estados e municípios para que tome as providências necessárias.


Integração com Defasas Civis
“Queremos maior interface entre o Cemaden e as defesas civis. Nossa ideia é criar um canal de comunicação com elas para receber feedback dos estados e municípios, para sabermos se a qualidade e o produto que estamos oferecendo estão adequados às necessidades de cada localidade”, ressaltou Moraes.
O controle das áreas se dá da Sala de Situação do Cemaden, na qual 958 municípios são monitorados. Destes,  821 integram o Plano Nacional de Gestão de Risco e Respostas a Desastres e estão elencados como cidades com alto grau de ameaça para a ocorrência de desastres naturais. Pois nestas localidades ocorrem  94% das mortes e 88% do total de desalojados e desabrigados em todo o território nacional.
O Cemaden entrará em breve com um sistema de envio de mensagens SMS para as defesas civis estaduais e municipais. Esses avisos por meio de um número de celular cadastrado na base de dados agilizará o processo e também causando a redundância, algo fundamental no caso de potencial de risco. Também está em análise o desenvolvimento de um aplicativo que gera os avisos de forma automática. (#Envolverde)





sábado, 8 de abril de 2017

DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


RELATÓRIO DO CONSÓRCIO iNTERMUNICIPAL GRANDE ABC





ENCHENTES NO PERU


QUALIDADE DE VIDA


PSICO NA GESTÃO DE RISCOS E DESASTRES


DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


DEFESA CIVIL SANTO ANDRÉ - TELEFONE 199


MONITORAMENTO


PROJETO SÃO FRANCISCO


RECNHECIMENTO DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA


DESASTRES HIDROLÓGICOS


OPERAÇÃO CHUVAS DE VERÃO