terça-feira, 16 de dezembro de 2014

INVASÕES EM RESIDÊNCIAS E LOJAS AUMENTAM 20% NO PERÍODO DAS FÉRIAS



INVASÕES EM RESIDÊNCIAS E LOJAS AUMENTAM 20% NO PERÍODO DAS FÉRIAS

Selma Migliori
 
Nos últimos tempos, uma modalidade de violência urbana tem aterrorizado a vida da população nos grandes centros urbanos. É o assalto aos condomínios residenciais, que coloca em risco a vida dos moradores, funcionários e visitantes.
 
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, esses delitos aumentam 20% no período das férias (entre dezembro e fevereiro). No entanto, muitos casos poderiam ser evitados com medidas simples que ajudam a proteger os edifícios, lojas e residências.
 
Em primeiro lugar, é importante mencionar que a segurança eletrônica, mercado que em 2013 movimentou quase R$ 5 bilhões, tem a finalidade de detectar, comunicar e inibir a ação criminosa. E o perfeito funcionamento de um determinado sistema de segurança eletrônico depende, basicamente, da procura por uma empresa especializada, do desenvolvimento de um projeto adequado, do treinamento das pessoas envolvidas com a segurança e da manutenção preventiva do sistema.
 
Hoje, a falta de atenção com os equipamentos esta entre os principais responsáveis por fazer com que a segurança eletrônica não tenha a eficácia desejada.
 
No que diz respeito aos condomínios, o primeiro passo é constituir uma comissão responsável pelas questões relacionadas à segurança. Com este grupo formado, a próxima etapa é fazer a contratação de uma empresa especializada, que deverá enviar um consultor técnico para elaborar o projeto de segurança contendo todas as etapas do procedimento, como funcionamento da guarita para recepção dos visitantes e entregadores, análise de risco do empreendimento e implementação de barreiras (muros, guaritas blindadas) e eletrônica (automação dos portões, proteção de perímetro, sistema de vídeo).
 
Ao contratar um profissional idôneo, o condomínio terá a garantia de contar com um modelo ideal de sistema eletrônico. O terceiro passo é a capacitação dos profissionais para extrair o máximo dessa tecnologia ou conjunto de sistemas, visando à segurança dele e dos condôminos.
 
Por último, vem a conscientização dos moradores. Se os condôminos não acreditarem que viver em segurança exige mudança de postura, o sistema terá pouca chance de funcionar corretamente. O morador deve ser o primeiro a lembrar das regras, propagá-las e tem, ainda, o dever de fiscalizar o sistema. Vale lembrar que o treinamento dos moradores deve ser contínuo e reciclado regularmente. 
 
Em resumo, tudo está relacionado à procura de uma empresa idônea. É ela que apresentará o que realmente o condomínio necessita. É extremamente importante que os síndicos ou integrantes das comissões de segurança entendam que segurança eletrônica não se compra no balcão. Se houver um ponto vulnerável, todo o sistema adotado pode não surtir efeito. Por isso, qualidade e postura por parte dos moradores e funcionários são as principais chaves para garantir a segurança nos condomínios.
 
Selma Migliori é presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE). 
 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

ANO DA SUPERAÇÃO

José Luiz Tejon Megido

Não quero nem saber do governo, da nova presidência. Quero olhar muito mais para o que eu precisarei fazer, comigo, pela minha capacitação. O que precisarei aprender a fazer junto, trabalho em equipe. Aí esta uma área onde a reunião da diversidade, onde a complementação por habilidades distintas, me permitiria crescer na empresa e na minha profissão.
Vou, em 2015, olhar como melhorar a gestão. Existem áreas de desperdício de recursos, dinheiro jogado fora, projetos sem nenhuma possibilidade de êxito e que consomem tempo, energia e tiram o foco. Ah, o foco, não vou perder o foco, e muito menos tempo. Não quero saber da presidência da República, prefiro dizer a quem quer que seja: vocês, sim, é que vão precisar de mim; tanto assim, que tanto faz. Tudo vai depender de mim, das pessoas que tenho, das parcerias que devo estabelecer.
Disruptura, inovação, projetos, segmentos novos, produtos. 2015, ano da superação. E o que significa superação para mim? Criar e produzir valores a partir da própria vida, sob quaisquer circunstâncias. E traduzindo valores: benefícios, o bem, o belo. Em palavras do reino dos negócios, soluções e inspirações que transformam a vida e o lucro dos clientes. Em 2015 vou pensar muito mais em sustentabilidade, em desperdício, num despertar de grandes mudanças.
A mudança não pode ser representada somente pelo outro, ou a coisa do lado de fora, a mudança das mudanças está do lado de dentro. Em 2015 eu não vou botar a culpa em ninguém, não vou reclamar. 2015, ano da superação, ano da minha superação. Vou amar mais, escrever mais, darei aula numa universidade francesa, vou brincar mais, tocar rock & roll. Vou vender mais, liderar mais, doar mais.

Em 2015, a superação sou eu. Ah, e o governo? Como diriam os espanhóis: “gobierno? Se hay gobierno soy contra!”

A luta é nossa, essa luta é minha. Que venha 2015 e que me venha pela frente.